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Polícia

Nenhum celular é encontrado no sistema prisional após operação

Ação é realizada de forma simultânea em todo o país

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A Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejuc) deflagrou nessa última quarta-feira, 19, a 7ª fase da Operação Mute em Roraima, na Penitenciária Agrícola Monte Cristo. A ação é realizada de forma simultânea em todo o país e conta com a atuação conjunta de policiais penais federais e estaduais.

O objetivo da operação é identificar ilícitos e retirá-los das unidades prisionais, principalmente aparelhos telefônicos, a fim de combater a comunicação do crime organizado e reduzir os índices de violência em âmbito nacional. Na PAMC, 1.733 detentos e suas celas receberam revistas minuciosas realizadas por 120 profissionais empregados do GIT (Grupo de Intervenção Tática), Canil, GET (Grupo de Escolta Tática), Assessoria de Inteligência e Dicap (Divisão de Segurança e Captura).

Segundo a Sejuc, desde a primeira etapa da operação, não foram encontrados nenhum ilícito dentro das nossas unidades prisionais de Roraima.

Nesta fase, 1.733 detentos e suas celas receberam revistas minuciosas realizadas por 120 profissionais do Grupo de Intervenção Tática, Canil, Grupo de Escolta Tática, Assessoria de Inteligência e Divisão de Segurança e Captura.

O policial penal federal Laylson Américo, representante do Senappen e que acompanhou a operação em Roraima, destacou que os procedimentos a nível de segurança do Estado se mostram exemplares.

“Aqui em Roraima, um ponto positivo em relação à estrutura é que não tem ponto de energia dentro das celas. Então, mesmo se o celular entrasse, ele iria ficar inabilitado em poucos dias. Fora os outros procedimentos de segurança, desde a entrada de revista de raio-X, que todos são obrigados a passar, nos pátios a gente tem coberturas de telas que impedem arremesso via drone ou algo do tipo, então são vários pontos de segurança que a administração impôs. De todas as fases que a gente fez até agora, a gente não conseguiu encontrar nenhum celular nas unidades, é uma realidade diferente dos outros estados, onde a gente acha telefones, arma de fogo, dinamite e muitas facas”, pontuou.

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